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GuiaReigns: Her Majesty

Reigns: Her Majesty — como ler as quatro facções antes de decidir

A diferença entre um reinado curto e um longo em Reigns: Her Majesty está quase sempre em perceber que facção está mais perto do limite antes de decidir.

2 min de leituraEquipa Jazvron

Em resumo

  • As quatro barras — Igreja, Povo, Exército, Riqueza — importam mais do que o texto da carta em si
  • Uma facção perto do limite deve pesar mais na decisão do que uma facção estável
  • Nem toda a carta exige resposta imediata da mesma forma — algumas convém adiar mentalmente

É fácil, nas primeiras partidas de Reigns: Her Majesty, decidir cada carta pelo texto — "isto parece uma boa ideia" — e ignorar por completo as quatro barras no topo do ecrã. É também a forma mais rápida de morrer cedo demais.

As barras contam mais do que a carta

Igreja, Povo, Exército e Riqueza sobem e descem com quase todas as decisões, mesmo quando a carta parece não ter relação óbvia com uma delas. Antes de decidir, vale a pena olhar rapidamente para qual das quatro está mais perto de um extremo — essa é a que deve pesar mais na escolha, não o texto em si.

Nem tudo exige a mesma urgência

Cartas que empurram uma barra já estável para outro extremo qualquer costumam ser seguras de decidir pelo instinto. Cartas que tocam numa barra já perto do limite exigem mais cuidado — aí compensa escolher a opção que puxa essa barra de volta para o centro, mesmo que a outra opção pareça mais divertida no momento.

Pensar em reinados, não em cartas isoladas

Como a morte apenas reinicia o ciclo, não há necessidade de tratar cada reinado como definitivo. Um reinado curto que ensina qual facção anda mais instável vale tanto como um reinado longo — o objetivo real é aprender o padrão do jogo ao longo de várias vidas, não sobreviver à primeira tentativa.

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