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GuiaReigns: Her Majesty

Reigns: Her Majesty — o que fazer quando todas as facções estão no limite

Há momentos em que qualquer escolha parece condenar uma facção diferente. Este guia explica como escolher o menor dano com previsibilidade.

2 min de leituraEquipa Jazvron

Em resumo

  • Quando várias barras estão perto do limite, a prioridade passa a ser a facção mais próxima de rebentar
  • Cartas neutras são preferíveis a cartas de grande efeito nesses momentos
  • Aceitar uma morte previsível é muitas vezes melhor do que arriscar uma escolha extrema

Mais cedo ou mais tarde, todo o reinado chega a um ponto em que duas ou três facções estão simultaneamente perto do limite. É o momento em que a maioria das mortes em Reigns: Her Majesty acontece — e também o momento em que compensa jogar com mais cautela, não menos.

Prioriza a facção mais próxima do limite

Quando há mais do que uma barra em risco, a decisão deve favorecer sempre a facção mais próxima de rebentar, mesmo que isso custe alguma estabilidade a outra que ainda tem margem. Deixar uma facção estável perder um pouco de espaço é recuperável; deixar uma facção já no limite explodir, não é.

Prefere o efeito pequeno ao efeito grande

Em momentos de equilíbrio frágil, cartas que mexem pouco em várias barras costumam ser mais seguras do que cartas que resolvem uma barra por completo à custa de outra. O objetivo deixa de ser "melhorar" e passa a ser "não piorar".

Às vezes, a morte é a resposta certa

Nem sempre vale a pena lutar contra o inevitável. Se o reinado está preso numa combinação sem saída limpa, aceitar a morte de forma previsível — em vez de arriscar uma escolha extrema à espera de sorte — costuma deixar o reino seguinte em melhor posição para começar.

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